Através de agentes químicos ou físicos, o peeling promove a descamação de parte da pele, podendo atingir diferentes camadas, desde a epiderme até a derme profunda, variando de acordo com cada indicação.

PROFUNDIDADE
Dependendo da concentração ou profundidade que se atinge, o peeling é classificado como:

Superficial: Deixa a pele mais clara e com brilho, suavizando as manchas epidérmicas e as rugas superficiais. 

Médio: Um pouco mais profundo, este já atinge a camada superficial da derme, estimulando a produção de colágeno e elastina, substâncias essenciais para manter a elasticidade da pele. Indicado para rugas intermediárias e para eliminar manchas dérmicas.

Profundo: Conhecido como Peeling de Fenol e bastante agressivo, este peeling é realizado em centro cirúrgico. Apresenta resultados surpreendentes, pois alcança a camada mais profunda da derme, aumentando a produção de colágeno e elastina e trazendo à tona uma pele totalmente renovada. Ideal para peles muito envelhecidas.

A preparação da pele
Um mês antes da primeira sessão é aconselhável preparar a pele - deixá-la uniforme - para que a absorção da substância se dê por igual em toda a região. Isso potencializa a ação do peeling, garantindo bons resultados. Os cremes mais indicados são à base de hidroquinona - que tem função clareadora e inibe a formação do pigmento - e de ácido retinóico ou glicólico, que promovem uma renovação celular. Durante o tratamento, como a pele fica muito sensibilizada, a paciente deve usar filtro solar diariamente.

Cuidados
• Não se deve fazer peeling em todo o corpo numa mesma sessão. Em áreas menores é mais fácil o médico acompanhar a reação da pele e evitar  toxicidade pelo agente químico.
• A crosta que se forma jamais deve ser arrancada. Ela é o sinal de que a pele nova ainda não está pronta para ser exposta.
• Na semana seguinte à aplicação, é preciso usar bloqueador solar e cremes com antibiótico antes de dormir para acelerar o processo de cicatrização.